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segunda-feira, 20 de julho de 2015

1918: Muita batata, nada de transporte

“Muita batata e nada de transporte”. Essa era a manchete de capa do jornal A NOITE do Rio. A safra calculada em 150.000 kg achava-se desvalorizada devido a importação do Rio Grande do Sul e Pernambuco. O quilo era comercializado a 100 réis. A demora nos armazéns provocava estrago no produto e favorecia o furto da mercadoria. A solução viria 50 nos depois, com a construção de um frigorífico. Sem falsa modéstia, esclarecia o correspondente que “As nossas batatas são superiores às do Rio Grande do Sul”. Hoje não se tem mais essa cultura em Esperança, que tanto lucro propiciou aos agricultores.


Rau Ferreira

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