Instituição de resgate mnemônico da história municipal de Esperança, Parahyba

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segunda-feira, 13 de julho de 2015

1963: Seca em Esperança

1963: Uma grande seca assolou Esperança. A Sudene que há três anos atuava na região parecia impotente para resolver o problema da estiagem. O município decretou calamidade pública. O prefeito Arlindo Delgado afirmara que se aquela situação perdurasse por mais 30 dias não poderia se responsabilizar pelas conseqüências. Em contrapartida, o deputado estadual Chico Souto buscava em Brasília e no Rio socorro para a situação calamitosa. Na época, uma lata d´água custava Cr$ 50,00 (cinqüenta cruzeiros), sendo que cada família consumia em média 8 latas com um custo mensal de doze mil cruzeiros, enquanto que o salário-mínimo era de apenas deze mil cruzeiros. Falava-se em reforma agrária, mas esta solução seria inviável para o nosso município, caracterizado por minifúndios. Nesse viés, surgia a cultura do sisal que cultivado nas regiões mais áridas de Esperança tinha boa expectativa de lucro.


Rau Ferreira

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